Semanas atrás quando tive a oportunidade de pedalar pela Av. Paulista, em SP, conheci a Praça do Ciclista.
Uma coisa que reparei nos “pontos de encontro” e também em vários outros locais era a aplicação de figuras temáticas usando a técica do estêncil (acho que é assim que se fala, não ?).
Decidi baixar um arquivo “modelo” pela internet e fazer um estêncil para mim… e não é que ficou show ?
Muito legal espalhar bicicletinhas por aí !!!
Passo-a-Passo pra você mesmo fazer seu estêncil.
Material : folha de raio-x, matriz, tesoura, estilete, fita adesiva.
Como fazer:
- imprima o modelo (última imagem) e prenda-o no centro da folha de raio-x (ou use o link www.blog.marski.org/wp-content/gallery/b… )
- corte a folha de raio-x (com cuidado, claro) de toda a parte preta da matriz.
- Retire a matriz e… agora é só usar o spray da preferência !
Eu peguei um spray prata que eu tinha aqui na minha casa e já fiz uma aplicação no asfalto… no muro do terreno vazio que tem em frente à minha casa e no jardim !
Muito legal !
Quer mais imagens ? Confira: www.apocalipsemotorizado.net/bicicletada…

Olá Davi,
Dei uma lida em seu post e tenho o seguinte comentário a fazer.
Participei durante algum tempo da bicicletada Curitiba e aqui o pessoal também tem o costume de carregar suas matrizes de estêncil e spray.
Porém, com o tempo a idéia de demarcar “ciclofaixas piratas” com estêncil foi saindo de controle e se tornou pichação (muros, postes, calçadas, tudo era alvo).
Além disso, o pessoal da bicicletada daqui foi perdendo o controle sobre suas ações (chegaram a andar com uma motoserra, sem a corrente de corte. Mas indo para cima dos carros). O que acabou prejudicando a imagem do ciclista aqui em Curitiba.
Enfim, o que começou como uma manifestação ingênua se voltou contra nós.
Usei minha bicicleta para trabalhar, passear, viajar, durante bons 5 ou 6 anos, mas hoje não é mais tão fácil.
Depois de um atropelamento e outros vários motoristas que tentaram me atropelar, estou dando um tempo este ano.
Hoje eu venho trabalhar de ônibus ou carro e fico pensando na magrela. Como um sonho distante.
Concluindo, é bacana trabalhar o cicloativismo, mas é uma responsabilidade muito grande, pois queremos fazer parte do transito, de uma forma civilizada e bem vista pela sociedade. E não sermos os inimigos dos carros.
Caso contrário estaremos fadados ao fracasso.
Afinal, o bom motorista é amigo do ciclista (e vice-versa).
Por isso, mais importante que fazer um estêncil é saber onde usá-lo.
Um abraço,
Josman.
Assino embaixo do que o Josman escreveu !!!